Vigilante das florestas, belas és tu
que vagueias silenciosamente acariciando
minha face verdejante.
Sublime resplandecer da aurora
que invade e dissolve as brumas
enraizadas em meu solo cristalino
espanta o lúgubre rastro da morte.
Infiltra-te por sob as dobras do meu espírito
libertando-me dos grilhões da dor.
Posted at 08:47 am by
Poeiralunar
Permalink